Foram detectadas em 2016 no rio Ave quatro estirpes de bactérias resistentes aos 20 antibióticos usados em hospitais para tratamento de infecções graves

Esta é uma situação preocupante, pois que se alguém for infetado com estas bactérias, não há medicamentos eficazes para combater a infeção.
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Mais preocupante é o facto de o Ministério do Ambiente e a Águas do Norte, que em 2016 se comprometeram a fazer uma investigação no sentido de identificar a fonte de contaminação, volvidos dois anos ainda não terem dado início ao estudo, pelo que a contaminação pode continuar a fazer-se, agravando o problema.

AGORA É QUE É

Depois da interpelação do Presidente da Comissão do Ambiente, o deputado do BE, Pedro Soares, a Águas do Norte, diz que o estudo está em fase de adjudicação.

Estudo sobre bactérias resistenes no Ave em “fase de adjudicação”

A inoperância do Ministério do Ambiente é desconcertante e roça o criminoso, pois toma conhecimento de situações de gravidade extrema e adia, adia, faz-se de cego, surdo e morto, à espera que o assunto passe ao esquecimento. “esta atitude de deixar que as coisas corram e cheguem a momentos de crise e só depois é que se intervém foi o que se passou no Tejo e gostava que não fosse isso que se passasse no rio Ave”, refere Pedro Soares, deputado do Bloco de Esquerda e Presidente da Comissão de Ambiente da A.R..

Outra esperteza do Ministério do Ambiente, é o de, se existe um problema aqui, vai fazer estudos e investigação ali, para concluir que tudo está bem.

Os municípios, ou desconhecem o problema, ou ainda o escondem, pensando que dessa forma protegem o bom nome do município e as atividades turísticas, quando deveriam, sem alarme, exigir do Ministério do Ambiente, uma rápida atuação de forma a assegurar a saúde das populações. Um mal maior e com repercussões sérias na economia local, será se vier a acontecer um caso grave de saúde pública.

 

(foto Rio Ave retirada daqui)

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